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Sem dor e sem doença

Data de postagem 05/10/2022 | escrito por

Uma vida sem dor pode ser uma grande evolução para quem busca viver de forma plena e com total autonomia do seu dia a dia, contudo é necessário ir além e pensar a dor como ela realmente é: um indicativo.

A dor é o primeiro sinal de alerta que devemos ligar quando pensamos em o que pode estar atrapalhando o nosso dia a dia e o que é podemos fazer a respeito disso.

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Não sentimos dor somente por sentir e muito do que sabemos sobre as dores é proveniente de estudos amplos e consolidados neste campo.

Há várias espécies de dor e para cada espécie há uma especial atenção. Viver sem dor é quase impossível e indesejado, se formos pensar de maneira puramente racional.

Se você vive sem dor é bem provável que você tenha algum problema fisiológico e nesses casos é recomendado procurar um médico.

Frente a essas afirmações parece controverso o nosso trabalho dentro da Vincere. Como podemos afirmar que viver sem dor é ruim e nossos serviços são para aprender e buscar uma vida sem dor?

A grande resposta se dá nos tipos de dor. Nós buscamos a vida sem as dores negativas, aquelas geradas pela má postura, problemas genéticos, desgastes das cartilagens e afins.

sem dores, sem maior dor

Toda e qualquer dor que gere desconforto e tire a sua autonomia para realizar as menores tarefas do dia a dia deve ser extinta da sua vida mesmo. Mas isso não significa que você deverá viver sem dor.

Quando a dor é bem vinda

Há momentos em que a dor não será o seu alvo, mas será aceitável sentir alguma dor.

No começo de uma rotina de musculação ou de qualquer arte marcial a dor surgirá de forma espontânea.

Seja através de microlesões para a hipertrofia, seja por torções indesejadas em uma atividade física mais intensa ou em um momento de maior adrenalina.

A questão é que essas dores são “suportáveis” e nos ensinam algo.

dor nas costas, sem dor no braço

Quando você está na academia e logo depois do treino sente alguma dor isso significa que o seu músculo foi bem trabalho, que houve o fortalecimento da região que você estimulou e que nos próximos treinos você conseguirá ir além daquele ponto.

Quando você faz um “sparring” com um colega em um tatame ou em um ringue e tem um toque mais incisivo por causa de um golpe significa que você aprendeu a lição sobre como esquivar ou defender aquele golpe.

Essas dores não são o alvo dos seus exercícios, mas elas fazem parte delas e se você não as sente é bem provável que aquilo que você está praticando não tem a intensidade necessária para você mudar de nível.

Nesses casos a vida sem dor é quase impossível de ser concebida.

Todo mundo quer fazer algo para evoluir e não para ficar estagnado no mesmo ponto sem maiores avanços.

O que fazer para não viver sem dor

Pode parecer loucura buscar uma vida sem dor, mas como dissemos antes a vida sem dor é a vida sem evolução em todos os aspectos, mas vamos nos concentrar apenas na questão física.

O que você deve fazer para não viver sem dor é se desafiar a cada vez que se propõe a fazer algo, quer seja a musculação para o tecido musculoesquelético, seja uma jornada de pilates ou Yoga.

A dor deverá fazer parte do seu treino de forma inteligente sem forçar nada demais, ou seja, o seu instrutor deverá estar ciente de tudo que se passa no seu quesito de dor.

O profissional de educação física ou instrutor de qualquer modalidade de arte marcial, Yoga ou RPG é o seu maior companheiro para a busca e o controle da dor.

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Será o seu instrutor que deverá te ajudar a conhecer os seus limites e te guiar para o caminho da evolução.

Como controlar “a dor boa”

Quando a dor não é bem vinda

A dor não é bem vinda quando ela atinge a sua independência. Viver uma vida sem dor é o mesmo que não depender mais de ninguém para fazer o mais básico no seu dia a dia.

A vida sem dor que pregamos aqui é aquela onde você não se limita a fazer movimentos contidos nem deixa de aproveitar os mínimos momentos junto de quem você gosta.

Pode parecer bobagem, mas há pessoas que não conseguem nem sequer levantar o braço para pegar um prato ou um copo em uma prateleira mais alta.

Nos casos de desgastes das articulações, juntas e cartilagens, ter uma vida sem dor é bem vinda, dessa forma os tecidos que protegem as nossas articulações e nossos ossos não são mais desgastados do que o normal pelo tempo.

exercicios para dor

Viver sem dor é viver bem quando os motivos da dor não são controlados ou controláveis. Dores crônicas e dores genéticas, provenientes de malformações ou deficiências também não são bem vindas.

Como conviver com a dor

Há formas de lidar com dores mais graves ou que têm maior impacto na nossa vida. É possível seguir por dois caminhos, que dependerão de qual tipo de dor você sente: o caminho da cura e o caminho do tratamento.

Dores que podem ser tratadas devem ser encaminhadas para o caminho da cura, onde você passará por um processo e viverá sem dores no fim dele.

Dores que não tem cura, geralmente dores crônicas, serão encaminhadas para o caminho do tratamento e você aprenderá a conviver com a sua dor e principalmente a controlá-la.

Os dois caminhos têm algo em comum: o acompanhamento de um profissional é estritamente necessário para garantir o resultado final positivo.

Para isso lembre-se sempre do nosso lema de prevenção e movimento e saiba que os nossos profissionais estão atentos, qualificados e disponíveis para você e principalmente para a sua dor

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A melhor forma de não sofrer com os desgastes do avançar do tempo é garantir hoje o seu bem estar de amanhã.

Uma vida sem dor ou uma vida com dores é apenas uma questão de escolha e de constância. Até mesmo as dores que são bem vindas na nossa jornada devem ser pensadas com antecedência.