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Exercício físico para tratar dor no peito e prevenir doenças cardíacas (estudo de caso)

Data de postagem 06/06/2017 | escrito por
Homem sinalizando dor no peito

Dor no peito pode ser causada por pouco oxigênio no coração.

O coração quando submetido a pouca oferta de oxigênio e nutrientes gera dor no peito como um aviso ao paciente de que algo não vai bem.
Ocorre que se não for dada a atenção devida e tratado em tempo adequado pode ocorrer o infarto agudo do miocárdio.
Angina é o termo que caracteriza “dor” e o seu uso mais rotineiro na prática médica diz respeito a dor ou desconforto torácico.

Como adaptar o treino para dor no peito e ruptura muscular no braço e ombro?

MV, 68 anos, médica cardiologista, veio até a Vincere há aproximadamente 6 meses com quadro de angina crônica ciente de que seu caminho para o controle da doença era o treinamento resistido (musculação).
Somando-se à angina, a nossa aluna também apresentava ruptura muscular do braço e ombro (bíceps e supra espinhal).
Homem com dor no ombro
Foto de homem indicando dor no ombro
O desafio era passar um treino que adaptasse as 3 limitações iniciais sem que uma delas dificultasse muito o progresso da outra.
Para fortalecimento peitoral, por exemplo, foi adaptado o uso do equipamento de Mergulho no lugar de Press Peitoral para obter uma redução da amplitude do movimento que permitisse fazer o exercício para aquele grupo muscular sem impactar nos músculos afetados.
Já para o controle da angina, seguimos um exame ergométrico prévio que pedia um treino adaptado.
Recomendamos que todos os treinos fossem precedidos e concluídos de 5 minutos de caminhada em esteira com controle de frequência cardíaca a 128 batidas por minuto (bpm).
Além disso, a recomendação previa interrupção imediata dos treinos caso a aluna apresentasse sinal de dor de angina.

Os exercícios adaptados eliminaram a dor no peito.

Depois de 6 meses MV não tem mais relatos de dor de angina.
Seus músculos rompidos não exigem mais adaptações de treino.
O aumento das cargas em geral continua sendo progressivo e a adaptação do treino aeróbico já acabou.
Hoje MV vitoriosamente realiza 30 minutos seguidos de esteira por treino sem se preocupar com a dor de angina.

Mudança no estilo de vida evita a progressão de doenças.

É fundamental que o paciente busque mudança de estilo de vida, com dieta adequada e atividade física orientada por especialista, além de controlar os fatores de risco citados anteriormente para evitar a progressão da doença como o infarto, insuficiência cardíaca ou morte súbita.
 

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